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quinta-feira, 14 de junho de 2018

Imagem-síntese (para dia 18/06)

Para a aula de segunda-feira (18/06), cada grupo deverá apresentar uma imagem-síntese de suas intenções para a intervenção (usando o conhecimento de Photoshop). Além da imagem, o grupo deverá também elaborar uma lista de materiais, dispositivos, programações e outros procedimentos (incluindo conhecimentos) necessários para a construção da intervenção.

A imagem-síntese deve apresentar a intervenção pretendida para um cliente potencial. Ou seja, deve apresentar tanto aspectos tangíveis quanto intangíveis (materialidade e ambiência interativa) para que o espectador tenha ideia da interação pretendida. Essa imagem vai servir tanto para informar o video (ou sequência temporal de imagens) a ser elaborado pelos grupos, quanto para definir como a intervenção vai ser (tudo o que for necessário para que aconteça conforme planejado).

domingo, 1 de abril de 2018

Para aula de quinta 05/04 - leitura do texto 'Nosso programa'

Todos devem postar os 4 desenhos que fizeram do hall, assim como o som mixado pelo grupo e o video da ocupação do hall usando a faixa de Moebius. Devem também postar um parágrafo sobre a pesquisa que fizeram para a visita à Pampulha e os croquis que fizerem no Museu.
Para quinta feira todos devem ler o texto Flusser, Vilém. 'Nosso programa'. Pós-História: Vinte instantâneos e um modo de usar. São Paulo: Livraria Duas Cidades, 1983.

quarta-feira, 21 de março de 2018

Preparação para ida à Pampulha 02/04

Visitaremos o Museu da Pampulha na segunda feira, 02/04. Encontraremos em frente ao Museu às 8h30. A visita deve terminar por volta das 13h.

Para informar a visita solicitamos que todos façam uma pesquisa prévia (idealmente em grupos de 3 para discutirem e trocarem informações e opiniões). O objetivo é que vocês entendam o contexto do projeto. Sugerimos que vocês pesquisem sobre os cinco princípios da arquitetura moderna de Le Corbusier, sobre o arquiteto (Oscar Niemeyer), sobre a Pampulha e seus edifícios (principalmente o Cassino — atual Museu de Arte Moderna) e sobre outros aspectos contextuais do projeto da Pampulha e do Cassino (políticos, sociais, culturais, econômicos).

- ler o texto "arquitetura ou Arquitetura" de Lina Bo Bardi: Bardi, Lina Bo, arquitetura ou Arquitetura, in Silvana Rubino e Marina Grinover (orgs.), Lina por escrito – textos escolhidos de Lina Bo Bardi, São Paulo: Cosac Naify, 2009, pp. 90–93.

- ler pelo menos a parte A e o capítulo sobre flexibilidade, funcionalidade e polivalência da parte B do Lições de Arquitetura do Hertzberger;
- Levar material de desenho;

- Levar lanche (nem sempre há como comprar lanche nas proximidades do museu) - sugerimos que vocês organizem um pic nic.

segunda-feira, 19 de março de 2018

Dicas para desenho de observação

Para a aula de quinta (22/03) os trios devem trazer o som (30 segundos) misturando características de cada um dos integrantes. Todos devem fazer individualmente 4 desenhos de observação do hall da Escola de Arquitetura, sendo 2 internos e 2 externos (tanto os internos quanto os externos devem conter uma perspectiva frontal, com um ponto de fuga - observador posicionado perpendicularmente à superfície principal - e uma perspectiva orientada pela aresta principal do volume, com dois pontos de fuga.

Abaixo sistematização do esquema apresentado em aula para balizar os desenhos:

sexta-feira, 16 de março de 2018

Para aula do dia 19/03

Todos devem criar um blog para a disciplina e enviar um email com o nome completo e o endereço do blog para professores.aia@gmail.com (endereço do blog deve possibilitar a identificação do aluno).

Todos devem postar no blog o parágrafo sobre o texto "Animação cultural" de Vilém Flusser, elaborado em sala de aula na quinta 15/03, acrescido de duas ideias dos colegas que chamaram atenção. Lembrem-se do objetivo de entrar em diálogo com o que pensam os colegas e não ficar preso à lógica do "post".


Todos devem refletir e postar um parágrafo sobre a diferença entre roupa e arquitetura e um parágrafo com uma reflexão sobre "0 e 1" na arquitetura (a partir do desafio lançado na aula de quinta 15/03). Esse último deve considerar usuais polarizações (0 e 1) para começar a elaborar uma reflexão crítica a partir da proposta da Laurie Anderson (Home of the brave), de que toda nossa cultura na era digital é composta por combinações de zeros e uns e não pela sua simples polarização. Pode ser, por exemplo, uma reflexão sobre gênero e sua relação com arquitetura ou outro tema que tenda a ser tratado de forma polarizada em sua relação com o espaço ou sua produção e que possa ser pensado de maneira mais complexa, para além da mera polarização.


Cada aluno deve trazer um som que o represente. Esse som deve ter no máximo 30 segundos e deve ser trazido num pen drive.


Todos devem trazer uma tesoura e material de desenho: papéis com texturas distintas e lápis com diferentes durezas - H e F são mais duros (quanto maior o número, mais duro) e B mais macio (quando maior o número mais macio). Podem também experimentar canetas diversas (bic, pontas finas e grossas), carvão etc.


Comecem a ler o livro Lições de Arquitetura – Herman Hertzberger. Podem pegar emprestado com os veteranos, copiar ou comprar (se for possível entrega imediata). Seria ideal ter lido o livro para a visita ao Museu da Pampulha no dia 26/03. Haverá uma prova sobre o livro em Diamantina.

quinta-feira, 15 de março de 2018

Zero and One - Laurie Anderson

Abaixo a tradução do texto do vídeo que vimos em sala (Laurie Anderson - Home of the brave)

Boa noite.
Agora,
agora, eu não sou matemática
mas eu gostaria de falar apenas sobre um par de números
que tem realmente me incomodado ultimamente.
E eles são zero e um.
Agora, primeiro, vamos dar uma olhada no zero.
Agora, ninguém quer ser um zero.
Ser um zero significa ser um nada, um ninguém,um já-era, um estúpido.
Por outro lado, quase todo mundo quer ser o número um.
Ser o número um significa ser um vencedor, o topo do monte, o apogeu.
E parece haver um tipo estranho de obsessão nacional
com esse número específico.
Agora, na minha opinião, o problema com esses dois números
é que eles são muito próximos.
Isso deixa muito pouco espaço para qualquer outro.
Simplesmente, amplitude insuficiente.
Então, primeiro, precisamos nos livrar dos
julgamentos de valor atrelados a esses dois números,
e perceber que ser um zero não é melhor, nem pior do que ser o número um.
Porque, porque o que estamos realmente vendo aqui
são os blocos de construção da era moderna do computador.
Tudo o que pode ser expresso em palavras ou números em qualquer linguagem
pode ser comunicado usando este sistema simples e à prova de tolos.
Está tudo aqui resumido, todo o sistema alfa-numérico,
do a ao z — do zero ao infinito da inteligência digital.
Agora, este primeiro exemplo é uma expressão neste código
das primeiras duas letras da primeira palavra do endereço de gettysburg.
E o segundo exemplo é a expressão dos dois primeiros números do meu telefone residencial:
os dígitos restantes estão disponíveis em uma edição limitada
de disquetes autografados à venda no estande de lembrancinhas no lobby.
Este último exemplo é uma expressão de uma frase musical
- na verdade, parte de um acorde da primeira barra de uma música chamada sharkey's day;
uma música que eu mesma escrevi, e que você pode estar interessado em saber
que foi composta usando esse mesmo sistema.
E pode ser contado assim:
e 0 e 1. E 0 e 1 ...

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Programa da disciplina


:: AIA – ATELIÊ INTEGRADO DE ARQUITETURA ::
Escola de Arquitetura da UFMG - 1º semestre de 2018


Fundamentação para o projeto de arquitetura e urbanismo I


Professores
José dos Santos Cabral Filho
Ana Paula Baltazar
Sandro Canavezzi
Eduardo Mascarenhas

Estágio docência
Diego Fagundes


O objetivo geral do Atelier Integrado de Arquitetura (AIA) é possibilitar aos alunos recém-ingressos no Curso de Arquitetura uma abordagem inicial e panorâmica das questões fundamentais inerentes à prática da arquitetura e urbanismo. Juntamente a uma instrumentação básica, objetiva-se também enfatizar os processos criativos no uso dos instrumentos. Busca-se o desenvolvimento de postura crítica tanto para percepção quanto para proposição de espaços, além de desenvolvimento de linguagem própria de representação para lidar com projetos.

Por meio de atividades, workshops, leitura e discussão de textos e imersões em espaços fora da escola, a disciplina tem por intuito sensibilizar os alunos para a percepção e proposição espacial. Para isso são propostos exercícios que lidam com a experiência espacial em quatro níveis.

Percepção espacial direta
[o estranhamento - aguçar a percepção sobre a experiência espacial]

Representação da percepção espacial
[a sensação - aguçar a criatividade a partir de repertório da experiência espacial]

Proposição espacial
[a imaginação - desenvolver a capacidade para intervir sensivelmente no espaço]

Representação espacial
[o registro - desenvolver linguagem para informar a construção do objeto e representar a sensação espacial]

atividades:
  • Desenho de observação, croquis, produção de imagens digitais
  • Análise crítica de espaços arquitetônicos
  • Análise de projetos
  • Discussão sobre formas de apropriar do espaço com o corpo
  • Proposição de performance - ocupação do espaço com o corpo
  • Seminário de Design de Interação e debate sobre interatividade e virtualidade
  • Elaboração de objetos e maquetes
  • Proposição de interfaces para intervenção espacial
  • Representação técnica
  • Representação espacial

textos:

livro:

visitas/ imersões:
  • Museu de Arte - Pampulha (26/03)
  • Diamantina (19/04 a 22/04 e 07/06 a 10/06)
  • Inhotim (data a definir)